terça-feira, janeiro 08, 2013

Outra vez a conversa do voltar a escrever. Mas talvez tenha mesmo. Gosto quando pessoas interessantes tem coisas corriqueiras a dizer. Da vida, das pequenas coisas. Mas soa-me sempre poético. Gostava de ser assim. E voltar a fotografar. Uma foto por dia, nem que fosse. Um reflexo do meu dia a dia. Estimulava-me e eu preciso disso, desespero por novas coisas, sítios, projectos. Os amigos ficam sempre. Algo que me prenda, que me dê pica. Nada me tem feito sentir cansada mas feliz. 

sábado, janeiro 05, 2013

conversas a conduzir.

Hoje alguém que me pica constantemente pelas minhas escolha políticas perguntou-me pela greve, pelas manifs, tirou dúvidas. Ao que respondi, deu a sua opinião, concordou, debatemos. É bom quando há possibilidade de conversar com alguém assim. Quando, pelo explicação lógica se chega a consensos.

sábado, agosto 11, 2012

This year went in so fast you know? So many things changed, I had to grow, either by choice, either by need. I finished chapters, started new ones, made tought decisions. That struggle to find some peace that seems never ending. I miss what I almost had, I'm looking for what I never knew. I'm as driven as much as I am lost.

relativamente ao post anterior


segunda-feira, agosto 06, 2012

Paz

Pela primeira vez em muitos meses sinto-me em paz.

domingo, junho 10, 2012

Apesar de tudo.

Apesar de tudo, ainda há quem não se afaste por completo, e isso ainda me dá algum alento.
I must be broken, fuck.

terça-feira, maio 29, 2012

Ignite - Live for Better Days

O shuffle do meu mp3 levou-me hoje aos meus 17 anos e isso acentuou a nostalgia que tenho vindo a sentir nos últimos tempos. Não é uma questão de terem sido tempos melhores, piores ou necessariamente mais simples mas acho que acreditava mais.
As músicas que ouvia, apercebi-me hoje, soavam a pedidos de socorro, umas espécie de teenage angst com a qual me identificava em parte, pela qual me deixei embeber, mas que apontavam para o final de um túnel. a idade adulta, a independência, a realização. Ainda o espero, mal de mim, mas os vazios são mais sufocantes à medida que o tempo avança. Não passou assim tanto tempo, é verdade - 3 ou 4 anos - mas já passei por muito mais situações que me obrigaram a adaptar-me. Não sei se me tornei mais ou menos fria, mais ou menos racional. Aprendi a fechar-me em certa parte, enquanto salvaguarda, a moderar as acções na procura de atenção, ainda que arda por dentro. Mas parece tudo mais pesado. No entanto, sei que, por exemplo, quero acreditar mais em coisas palermas como o amor, mais do que alguma vez quis na altura.
Acho é que pensava que os 20's eram o "tempo das nossas vidas". e são, em certa parte, mas muito menos romanceados. Tenho tido experiências fantásticas, que nunca me esquecerei. Mas não deixo de sentir a falta de qualquer coisa, uma certa inocência feliz, uma despreocupação, umas fé nos outros que todos os dias me relembram que não pode ser assim tão linear. (mas ainda a tenho).
Sei de quem me responderia a isto com seco "a vida é assim mesmo", "de que é que estavas à espera". Eu sei, mas hoje não queria essa resposta.
De qualquer forma, ouvir estes sons leva-me de volta por uns minutos a uma realidade que não sei se vivi ou já está romanceada mas que foi a minha. Recordo-a com um sorriso.

terça-feira, maio 15, 2012

Cabelo

Com as quantidades de cabelo que eu aspiro desta casa todas as semanas, é de admirar que eu não esteja careca.

quinta-feira, maio 03, 2012

Tumblr

O tumblr traz ao de cima o meu lado mais melancólico.

quinta-feira, abril 26, 2012

No Peace of Mind.