segunda-feira, abril 25, 2011

25 de Abril

O dia de hoje, como data, é um dia que precisa de ser reavivado. Como as brasas de uma lareira. A interpretações são muitas, quer da esquerda, quer da direita, sobre o significado do 25 de Abril mas não deixa de ser o relembrar de uma vitória (e uma memória) colectiva e identitária que precisa de ser explicada e seguidamente refeita.
Já não é uma celebração, essencialmente para nós jovens. Tem de ser um "vá, é a nossa vez, temos de voltar à luta". Temos de a tornar memória vivida na primeira pessoa. Deixar de ser aquilo que lemos nos nossos livros de História para passar a ser aquilo que os nosso filhos e netos lerão nos deles.
O 25 de Abril deve ser a cores e não a preto e branco, com o logótipo da RTP e vozes distorcidas pelos microfones da altura. Tem de ser diferente, porque os tempos são diferentes e porque queremos resultado a longo prazo diferentes. Mas tem de ser uma inspiração, sem dúvida.
Fora fofoquices da História, diz-que-não-disse de acontecimentos, há um simbolismo muito importante por detrás deste dia, que deve ser inspirado e expirado como resultado.

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